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Polícia Federal prende empresário Otto Maciokas em flat no Rio de Janeiro | RC24H | O Portal de Notícias da Região dos Lagos

Polícia Federal prende empresário Otto Maciokas em flat no Rio de Janeiro

Ele estava foragido há dois anos e meio, desde a deflagração da Operação Dominação, em Arraial do Cabo


A Polícia Federal prendeu na manhã desta segunda-feira (28), o empresário Otto Maciokas, considerado foragido da justiça há dois anos e meio, desde a deflagração da Operação Dominação, em Arraial do Cabo, que culminou na prisão de Francisco Eduardo Freire Barbosa, o Chico da Ecatur. A prisão ocorreu em um flat, na Avenida Visconde de Alburquerque, no bairro Leblon, no Rio de Janeiro, às 6h. O empresário foi levado para a superintendência da PF na capital.

De acordo com o delegado da PF, Felício Laterça, a polícia chegou ao empresário após intenso serviço de inteligência. Os agentes passaram o fim de semana acompanhando a movimentação da mulher de Otto, quando ela saiu de Arraial do Cabo, seguindo para o Rio, entrando no flat na zona sul da cidade. O empresário é acusado de participação em esquema de lavagem de dinheiro e peculato. A esposa do empresário foi liberada, pois não há qualquer indício do envolvimento dela no esquema.

De acordo com Dr. Laterça, Otto se hospedou no flat para passar o fim de semana. Os federais esperaram até a manhã desta segunda para efetuar a prisão. Nas primeiras horas da manhã, com mandado de prisão em mãos, os agentes invadiram o local e prenderam o empresário.

Para o Dr. Laterça, a prisão de Otto Maciokas representa o fechamento da Operação Dominação."Fechamos mais um trabalho de intensa investigação, que acabou na prisão e condenação de criminosos. A prisão de Otto Maciokas fecha este ciclo. Ele já se manifestou contrário à colaboração, portando não deve sair uma delação de imediato. Mas esperamos que em cárcere ele reflita melhor", disse o delegado da PF. 

 

OPERAÇÃO DOMINAÇÃO

 

A operação, denominada Operação Dominação, foi deflagra na manhã do dia 27 de janeiro de 2015, na Região dos Lagos, em parceria também com o Grupo de Atuação Especial e Combate ao Crime Organizado (GAECO). A operação cumpriu 21 mandados de prisão preventiva dos 26 expedidos contra pessoas denunciadas por tráfico de drogas, organização criminosa, receptação, lavagem de dinheiro e comércio ilegal de armas de fogo, entre outros crimes. Foram presas 11 pessoas, outras dez já haviam sido detidas anteriormente, entre as quais, Chico da Ecatur, pai de Cadu Playboy. Durante a operação, quatro veículos, R$ 75 mil e 50 caixas de cápsulas para endolação de drogas foram apreendidas.


Na época, foram apreendidos no imóvel de Chico, R$ 31 mil. Outros R$ 15 mil foram localizados dentro de um veículo dele.

A operação também cumpriu mandados de busca e apreensão em outras 13 empresas que teriam relação com o esquema de tráfico de drogas do grupo: Rocha e Vignoli Empreiteira Ltda.; C Vignoli Restaurante e Pizzaria; Locabotur Ltda.; T. Vignoli Comércio; Gordo Pizzas; D. G. Vignoli Confecções;  RCJ Comercio Atacadista de Material de Laboratório Ltda; Douglas Pereira Rocha; Rui Pralon Meireles; B & B Cabo Frio Comércio e Representação e Serviços Ltda.; Bragança e Barboza Ltda; José Vignoli; e Soft Rio Confecção Ltda.


De acordo com a denúncia, a quadrilha era integrada à facção criminosa Comando Vermelho e liderada por Carlos Eduardo Rocha Freire Barboza, conhecido como “Cadu Playboy”. O bando atuava no comércio de drogas em pontos de venda implantados e mantidos em localidades da Região dos Lagos. Cadu Playboy adquiria e fornecia armas de fogo e munições de diversos calibres, distribuídos ao resto da quadrilha, além de receber auxílio do também denunciado João Paulo Firmiano Mendes da Silva, vulgo “Russão” ou “Monstro”. Espécie de chefe ativo, João Paulo era integrante da mesma facção criminosa e chefe da Comunidade da Mangueira, no Rio.


As investigações começaram em setembro de 2014 e, até agora, foram apreendidos três fuzis, 18 pistolas, 2.821 munições de fuzil, 1.190 munições de pistola, 173 quilos de cocaína, meia tonelada de maconha, comprimidos de ecstasy, 12 carros, um caminhão, embarcações  e R$ 727 mil em dinheiro. Segundo a contabilidade apreendida, o núcleo de Playboy movimentava cerca de R$ 1,8 milhão por mês.
 

Os denunciados também pulverizavam os recursos provenientes do tráfico, distribuindo bens em seus nomes, de modo a dificultar a vinculação destes com o mercado ilegal de entorpecentes.
 

A quadrilha também praticou crimes eleitorais no primeiro turno das eleições de outubro de 2014. O líder da quadrilha, Cadu Playboy, arregimentou moradores de Cabo Frio e São Pedro da Aldeia para a compra de votos e boca de urna em favor de candidatos a deputado estadual e federal. O grupo chegou a praticar atos de violência para afastar cabos eleitorais adversários. O objetivo era lançar a candidatura de pessoas da comunidade ligadas ao tráfico ao cargo de vereador nas eleições de 2016.


Cadu Playboy foi condenado a 57 anos de prisão e está preso no Presídio de Segurança Máxima de Bangu 1. O pai dele, foi condenado a 134 anos de prisão. 

Categorias: Polícia

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